Ensaio de painel a partir das varreduras rodadas em agosto de 2026: base do CADE (2022–2026), compradores recorrentes, tendência setorial e presença regional.
3.118 atos de concentração únicos (INLABS + Pesquisa Avançada histórica), 2022–2026. 2026 é ano parcial.
556 grupos com 2+ operações distintas no CADE — M&A programático, a hipótese principal do projeto.
2022 fica de fora (só 5% dos atos daquele ano têm CNAE capturado, contra 44–95% em 2023–2026) — misturaria "cobertura pior" com "atividade menor". Participação % por ano, não contagem bruta.
Medido pela sede (matriz) das empresas que aparecem como parte em algum ato, 2022–2026 — não distingue comprador de alvo, não distingue sede de local do ativo, não cobre operação abaixo do limiar de notificação. Mapa esquemático por região, não é geografia precisa.
atos com empresa sediada no Nordeste são do setor Eletricidade/gás (40,1%) — a concentração setorial mais forte de qualquer região do país. No Sudeste, o setor mais presente (também energia) é só 22,8%.
Bate com quem já víamos nos rankings de comprador recorrente: Casa dos Ventos (sede no Ceará), Ventos de São Rafael, Atiaia Energia, Illian Energias Renováveis — desenvolvedores eólicos/solares do corredor de vento nordestino.
273 escritórios distintos citados como assessores jurídicos nos editais do CADE, 2022–2026 — nome do escritório é dado público do próprio edital, não inclui nome de advogado individual.
Juntas, essas três bancas respondem por 27,7% das 2.924 citações a escritório identificadas na base — o resto se espalha entre outras 270 bancas distintas.
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