Design: difícil de escrever mas bem fácil de entender.

Trabalhando com design já há algum tempo, mais e mais eu gosto. O design funcional que inova e muda a nossa vida, o design thinking das estratégias, o sound design, body design e por ai vai. Está, entre uma das definições da função do “design” a de AGREGAR VALOR. E isso acontece sempre. Pode serContinuar lendo “Design: difícil de escrever mas bem fácil de entender.”

Boas maneiras artificial

Há mais de 40 anos foi definido o conceito de inteligência artificial como:  “a conjectura de que todos os aspectos do aprendizado e outras características da inteligência podem em princípio ser precisamente descritas de modo que uma máquina seja capaz de simulá-las”. Antes disso, o escritor de ficção científica Isaac Asimov havia criado suas 3Continuar lendo “Boas maneiras artificial”

“Os nascidos hoje nunca vão dirigir um carro.”

Li essa frase outro dia e pensei no meu sobrinho – recém-feito 1 ano: “Nossa! Será?” E os 18 anos da CNH?  A tão esperada carta de motorista, o tão sonhado direito de dirigir. O ir buscar a namorada ou namorado, o abrir da porta do carro, o conduzir? A satisfação do carro lavadinho. ÀsContinuar lendo ““Os nascidos hoje nunca vão dirigir um carro.””

O BAXTER, NÃO ROBÔ

Máquinas e robôs na linha de produção de fábricas não são novidades nenhuma faz muito tempo. Mas porque então será que existe esse mito de que o avanço da tecnologia e inteligência artificial vão roubar o emprego das pessoas? Voltemos um pouco no tempo, para o dia 15 de setembro de 2008, o dia queContinuar lendo “O BAXTER, NÃO ROBÔ”

Rendez-vous

Uma música eletrônica, que eletrizava. Um sintetizador que acendia conforme pressionado. Harpa a laser. Imagens geométricas reproduzidas no ‘sofisticado’ movimento repetitivo de um gif, enquanto… fogos de artifícios estouravam entre prédios espelhados que, com o reflexo, era o mapping dos anos 80.  \o/ O encontro com Jean Michel Jarre foi marcante na época. Quem viu,Continuar lendo “Rendez-vous”